Olá pessoas!
Hoje falaremos sobre as refeições do nosso dia-a-dia.
Sua alimentação diária deve ser bem fracionadas, de 5 a 6 refeições com horário específico, classificadas em:
Desjejum:
A refeição mais importante do dia, a qual é considerada ‘combustível do corpo humano', como o próprio nome já diz, o desjejum é quando saimos do jejum! Esta, portanto deve ser a refeição mais farta e nutritiva do dia, de preferência acompanhada de leite ou derivados, frutas ou um suco, pão, seja ele integral, doce ou de sal, e a criatividade pode correr solta, com mel, geléias naturais, chás. Só não valem as frituras!
Colação:
É a refeição que irá intermediar o desjejum e o almoço. Podemos aproveitar para comer uma fruta!
Almoço:
Ah este é fácil! Todos conhecemos, e creio que todos adoramos, especialmente os dos dias de domingo! Esta refeição também tem sua importância, pois é nela que se apresenta o primeiro prato protéico do dia. Para os vegetarianos de plantão, existem outras saídas se não as famosas carnes brancas e vermelhas. Mas isto é assunto para outro post!
Lanche da tarde:
Irá intermediar o almoço e o jantar. É importante apresença de frutas, leite ou derivados...
Jantar:
Assim como o almoço, deve-se ter sua importância, pois faz parte das refeições mais destacadas do dia. Sugere-se um cardápio mais leve, porém lotado de alimentos nutritivos!
Ceia:
Por ultimo, mas não menos importante, esta é uma refeição mais simples, sugere-se um copo de leite morninho, ou um chá de erva para se ter uma boa noite de sono!
CRÉDITO:
http://debocacheia.blog.br/
O ser humano pode até ficar sem tomar água por alguns dias, mas
sem respirar, impossível! A entrada e saída de ar nos pulmões
permitem a oxigenação do corpo e a eliminação do gás carbônico. Sem
isso, não é possível manter-se vivo. É a respiração que oxigena o
corpo e o cérebro, nutrindo cada célula do corpo, aumentando a
vitalidade.
Respirar corretamente é fundamental na prática esportiva, pois
ajuda a tirar o ácido láctico dos músculos, prevenindo cãibras.
Durante a corrida é importante manter a respiração ritmada,
facilitando a realização dos movimentos.
Mitos e verdades
É preciso respirar pela barriga? Não.Especialistas afirmam que a
respiração feminina é mais costal e a masculina é abdominal. Se as
mulheres dependessem da musculatura da barriga para respirar teriam
dificuldades e problemas durante a gravidez.
É melhor inalar pelo nariz do que pela boca? Sim. Os pêlos das
narinas funcionam como um filtro e as conchas nasais direcionam e
aquecem o ar, fazendo-o chegar aos pulmões na temperatura correta
(em torno de 37 graus).
A combinação de fumo e anticoncepcional oral pode afetar os
pulmões? Sim. O risco de embolia pulmonar é maior em fumantes que
fazem uso de anticoncepcional.
Atividade física faz bem ao sistema cardiopulmonar? Sim. Os
exercícios beneficiam a musculatura respiratória, que fica
adequadamente preparada para enfrentar as situações de estresse e,
também, doenças. Além disso, a oxigenação melhora a sensação de
bem-estar.
A natação é o melhor esporte para estimular a oxigenação? Não.
Pesquisas comprovam que todo e qualquer esporte é benéfico ao
desenvolvimento cardiopulmonar.
Para respirar melhor
Exercício de consciência respiratória
Ajuda você a observar como está respirando.
Sente-se no chão ou colchonete, com as pernas cruzadas (posição de
meditação), coluna ereta, feche os olhos, inspire e expire pelo
nariz. Observe o ritmo da sua respiração, sem interferir. Em
seguida, comece a respirar mais longa e profundamente.
Duração: 5 a 10 minutos.
Exercício para oxigenação e purificação do corpo
Renova o ar que fica parado nos pulmões e aumenta a oxigenação
cerebral.
Sentado, coluna ereta, inspire o ar tranquilamente e expire rápida
e vigorosamente pelo nariz, contraindo abdômen. Repita a inspiração
lenta e a expiração forte, com contração abdominal.
Três séries de 5.
Exercício antiestresse
Descontrai as tensões físicas e emocionais.
De pé, pernas afastadas e coluna alinhada, inspire lentamente
levantando os braços na lateral e em direção ao teto. Retenha o ar
por alguns segundos, depois solte o tronco à frente em direção ao
chão, enquanto solta o ar ruidosamente pela boca (como se ao sair o
ar pronunciasse um som parecido com "Haaa"). Permaneça com o tronco
solto à frente por 5 segundos. Volte à posição inicial.
Repita 5 vezes.
CRÉDITO:
http://www.jornalcorrida.com.br/
Técnica Revolucionaria de treinamento funcional imitando os movimentos dos animais criada pelo prof. Alvaro Romano.
Aquela gordurinha boa que a gente coloca nos alimentos faz bem
ou mal? Depende do tipo e de como é usada por Ivonete
Lucirio
Dizem que tudo que é gostoso é ilegal, imoral ou engorda. No que
diz respeito aos alimentos gordurosos, a maioria não é ilegal, mas
engorda e há quem considere praticamente imoral comer uma coxinha.
Ainda assim, não se pode tachar os óleos de maléficos. "As gorduras
são fundamentais para a formação das membranas das células e também
dos hormônios", diz Cíntia Cercato, médica do grupo de obesidade do
Hospital das Clínicas de São Paulo. Além disso, elas fornecem
energia e ácidos graxos essenciais e ajudam na absorção das
vitaminas lipossolúvies, como A, D, E e K.
Essa não é a desculpa de que você necessitava para comer croquete. "Precisamos consumir gordura, o que não significa que precisamos consumir fritura", afirma Cíntia. Tudo que é frito em imersão passa a ter quase o dobro de calorias com relação ao alimento cozido, grelhado ou assado. Mesmo que você coma só um bifinho à milanesa, estará consumindo calorias equivalentes a dois bifes.
Quando aquecida acima de 180 ºC, a maioria dos óleos se degrada e libera substâncias nocivas ao organismo. A principal delas é a acroleína, que destrói as fibras elásticas das artérias - elas ficam durinhas e não permitem um bom fluxo do sangue - e irritam a mucosa do estômago. Imagine então aquele tacho de fritar pastel na feira, esquentado e requentado. É um tacho de veneno.
Para saber se o óleo da fritura está quente demais, use um termostato. Na ausência dele, o olhômetro funciona: se a frigideira estiver liberando uma nuvem de fumaça, é porque a temperatura passou da medida. O ideal é que os óleos sejam usados para refogar e assar alimentos ou regar saladas. E com parcimônia: desde o comunzinho óleo de soja até o pouco convencional de amêndoa doce, todos têm a mesma quantidade de calorias, 9 por grama. Logo, 1 colher de sopa tem 90 calorias.
A despeito da enorme quantidade de calorias, alguns óleos, por contraditório que pareça, ajudam a secar a barriga. Um deles é o azeite de oliva. Um estudo realizado pela Associação Americana de Diabete mostrou que o virgem ou o extravirgem diminuem o depósito de gordura na linha do abdômen. Já o óleo de coco, o queridinho do momento, tem ação termogênica, que acelera a queima de gordura. E todas as versões extraídas de sementes ou de frutas oleaginosas - como linhaça, gergelim e castanha-do-pará - ajudam a regular hormônios, o que previne o depósito de gordura por toda parte. Pode-se dizer que, de modo geral, todos os óleos são do bem. A origem deles é sempre uma planta. Animais não produzem óleo, apenas gordura. "As gorduras saturadas, provenientes dos animais, aumentam os riscos de doenças cardiovasculares e podem obstruir os vasos", diz a nutricionista Cristina Martins, da Clínica Sara Bragança, no Rio de Janeiro. "Já as de origem vegetal contêm gorduras mono e poli-insaturadas, que protegem o coração."
As saturadas costumam ser sólidas e recebem esse nome por possuir o número máximo de átomos de hidrogênio em sua composição. Causam a elevação do colesterol ao atrapalhar o mecanismo por meio do qual ele é retirado do sangue. Já as gorduras mono e poliinsaturadas, normalmente líquidas à temperatura ambiente, auxiliam a reduzir os níveis do LDL, chamado de colesterol ruim. Para obter esses benefícios, não é preciso muito. "O consumo de 1 ou 2 colheres de chá por dia é suficiente", diz a nutricionista Roseli Rossi, da Equilíbrio Clínica Nutricional, em São Paulo.
O ideal é alternar o uso dos tipos de óleo. Se seu conhecimento não vai além do de soja e do de milho, saiba que há um mundo de opções. Você agora vai conhecer cada uma delas e o que cada variedade de óleo tem a oferecer à sua saúde. Bom apetite!
Amêndoa doce
Benefícios: utilizado na pele para evitar as estrias quando a
barriga estica, é um velho conhecido das grávidas. Mas também faz
milagres quando vai à mesa. É rico em vitamina E, que combate os
radicais livres e possui fósforo, ferro e vitaminas do complexo B.
Mesmo quando adicionado aos alimentos, contribui para deixar a pele
ainda mais lisinha.
Como consumir: sempre frio.
Com que pratos combina: por ter um gosto ligeiramente doce, com
saladas de frutas. Pode ser regado sobre peixes, sempre depois de
prontos.
Amendoim
Benefícios: tem grande quantidade de gorduras monoinsaturadas
(aquelas que protegem o coração) e é rico na antioxidante vitamina
E.
Como consumir: ao contrário dos outros óleos, o de amendoim não se
degrada a 180 °C. Não perde suas propriedades se atingir até 220
°C.
Com que pratos combina: tem um gosto suave e pode ser usado em
frituras.
Azeite de dendê
Benefícios: apesar de saboroso, não é lá muito saudável. Quase
todas as suas gorduras estão na forma saturada, que ataca o
coração. Ainda assim, contém grande quantidade de vitamina E, com
ação antioxidante, e vitamina A, que previne doenças ligados à
visão.
Como consumir: pode ser aquecido, desde que não se ultrapassem os
180 °C.
Com que pratos combina: acarajé, bobó de camarão, moqueca, galinha
à cabidela, vatapá e outras receitas de origem nordestina e
africana.
Gergelim
Benefícios: é conhecido também como óleo de sésamo e pode ser
feito com sementinhas de cor diferente (branca, amarela, vermelha
ou preta). Todos fornecem uma grande quantidade de ômega 6 e ômega
9, protetores do coração, além de serem ótimas fontes de vitamina
E. Funciona bem no tratamento de gastrite, úlcera e afta.
Como consumir: frio. Pode-se tomar 1 colher de sopa em jejum para
melhorar o funcionamento do intestino.
Com que pratos combina: saladas de folhas verdes ou de grãos,
molhos orientais e massas.
Soja
Benefícios: esse deve ser seu velho conhecido. Apesar de não
levar a medalha de mais saudável, apresenta benefícios. Contém
fitoesterois, que reduzem o colesterol, isoflavonas, que previnem
arterosclerose, e terpenoides, que têm ação contra os radicais
livres.
Como consumir: pode ser aquecido até 180 °C.
Com que pratos combina: carne assada, refogados, grelhados.
Azeite de oliva
Benefícios: o extravirgem é o mais nobre deles, obtido por meio
da primeira prensagem da azeitona fria. Tem maior quantidade de
antioxidantes, que retardam o envelhecimento e protegem contra o
câncer. Da segunda ou terceira prensagens surge o azeite virgem,
que diminui o depósito de gorduras no abdômen - embora o
extravirgem ganhe na proteção ao coração. Já o chamado azeite de
oliva costuma ser uma mistura de óleos com acréscimo de azeite
virgem. Assim como o vinho, as versões mais finas são classificadas
de acordo com a origem da azeitona. Trata-se do azeite
varietal.
Como consumir: pode ser aquecido até 180 °C.
Com que pratos combina: saladas, massas e carnes
Noz-pecã
Benefícios: também é da turma do ômega 3 e do ômega 9, benéficos
ao coração. Conta com 30% menos gordura saturada - inimiga do mesmo
órgão - que seu colega azeite de oliva. É rico em vitamina E.
Como consumir: pode ser aquecido, desde que não se ultrapassem os
180 °C.
Com que pratos combina: de gosto acentuado, vai bem no tempero de
massas, sopas, arroz e carne.
Margarina
Benefícios: é feita com óleos vegetais como o dendê,
a soja, o milho, o girassol, misturados com leite em pó desnatado,
sal, emulsificante e corante. Durante sua fabricação, as gorduras
poli-insaturadas (boas ao coração) dos óleos usados como
ingredientes podem se transformar em saturadas. Não traz grandes
benefícios à saúde, por isso os fabricantes costumam enriquecê-la
com fitoesterois, que reduzem o colesterol.
Como consumir: sempre fria, pois sofre modificação em sua estrutura
em temperaturas altas.
Com que pratos combina: pães, bolos, massas.
Linhaça
Benefícios: rico em substâncias chamadas
lignanas, dá uma força ao coração, além de atuar sobre o
metabolismo do estrogênio e da progesterona, prevenindo câncer de
mama. O óleo fortalece o sistema imunológico e nervoso. Normalmente
é usado pelos vegetarianos para reposição de vitaminas do complexo
B, mais presente em proteínas animais.
Como consumir: de preferência, frio. Uma boa ideia é associá-lo a
outros óleos, como o de macadâmia, para completar a lista de ômegas
benéficos: 3, 6, 7 e 9.
Com que pratos combina: em molhos para salada, misturado com
iogurte, no tempero de cottage e ricota.
Milho
Benefícios: rico em ômega 3 e 6, que aumentam a fluidez
sanguínea e reduzem o colesterol. Contém vitamina E, antioxidante,
e vitamina A, que protege contra problemas de visão.
Como consumir: pode ser aquecido, desde que não se ultrapassem os
180 °C.
Com que pratos combina: bolos, doces e tortas.
Macadâmia
Benefícios: rico em vitaminas e minerais como
cálcio, fósforo e ferro, é o único óleo vegetal com grande
quantidade de ácido palmitoleico (também conhecido como ômega 7),
um ácido graxo monoinsaturado que reduz o colesterol ruim. Além
disso, esse ácido protege a pele. Encontrado em abundância na pele
dos bebês e adolescentes, sua produção vai sendo reduzida com o
envelhecimento.
Como consumir: sempre frio.
Com que pratos combina: é ideal para saladas e também pode ser
usado em refogados.
Canola
Benefícios: fonte de EPA e DHA, substâncias antioxidantes
essenciais ao organismo e consideradas fortalecedoras do sistema
imunológico. Contém ômega 3, aliado do coração.
Como consumir: pode ser aquecido, desde que não se ultrapassem os
180 °C.
Com que pratos combina: saladas de folhas ou legumes, carne moída e
legumes refogados.
Girassol
Benefícios: é rico nas vitaminas E, inimiga dos radicais livres,
e K, que melhora a coagulação e mantém a saúde dos ossos. Dá um up
no humor graças ao aminoácido triptofano, aquele mesmo que faz o
chocolate amargo tornar a vida mais doce. Em excesso, ativa
substâncias inflamatórias. Consuma no máximo 2 colheres de sopa ao
dia.
Como consumir: por ser resistente ao calor, pode ser usado durante
o cozimento sem perder suas propriedades ou alterar o sabor. Aqueça
até 200 °C.
Com que pratos combina: legumes e carne refogados e ensopado de
peixe.
Castanha-do-pará
Benefícios: em termos nutricionais, é o melhor dos óleos. Contém
um teor substancial de proteínas, lipídios e vitaminas, como a E.
Seu grande trunfo é o selênio, um mineral que reduz o risco de
câncer e protege o coração.
Como consumir: sempre frio.
Com que pratos combina: tem um gosto intenso e é usado para regar
saladas, refogados, peixes e pratos à base de queijo, depois de
prontos.
Coco
Benefícios: tem ação termogênica, que ajuda a queimar calorias.
Graças ao alto teor de gorduras monoinsaturadas, protege o coração,
reduzindo os níveis do chamado colesterol ruim. Turbina a imunidade
e melhora a flora intestinal. Em temperatura ambiente, ele não é
líquido. Acrescente-o aos alimentos que serão cozidos ainda sólido
- ele derreterá com o aumento da temperatura - ou derretido, sempre
a uma temperatura menor que 180 °C.
Como consumir: aquecer até 180 °C.
Com que pratos combina: refogados e frituras.
Maionese não é vilã ela não faz mal e nem é tão calórica
Alguns alimentos ganham má fama e nem se sabe bem o porquê. Esse molho feito à base de óleo não faz mal à saúde e pode até trazer alguns benefícios, por herdar as características dos óleos usados em sua mistura. Outro de seus ingredientes - o ovo - foi recentemente absolvido do rol dos alimentos ruins, com seus 13 nutrientes essenciais à saúde. Entre os benefícios da maionese estão auxiliar na absorção de vitaminas lipossolúveis, como A, D, E e K; ser fonte de gorduras poli-insaturadas, que protegem o coração; reduzir a perda de calor por ter baixa condutividade térmica. Prefira a do supermercado. A maionese industrializada light tem apenas 30 calorias por colher de sopa, ante 62 da versão caseira - e 90 do azeite.
Não jogue no lixo óleo velho não faz mal apenas à sua saúde mas
também ao ambiente
Mesmo sabendo que fritura faz mal, você preparou uma travessa de
bolinhas de queijo. E agora vai jogar o óleo que sobrou na pia -
afinal, ele não deve ser reutilizado. Não faça isso. Trata-se de
uma ameaça também ao meio ambiente. Cada litro despejado no esgoto
polui até 1 milhão de litros de água. O primeiro conselho: não o
despeje ralo abaixo. Coloque o que sobrou em garrafas pet e as
entregue em postos que fazem a reciclagem desse material. Se não
houver um depósito perto de sua casa, ponha a embalagem junto com o
lixo. Apesar de não ser a solução ideal, ao menos é um garantia de
não parar no esgoto.
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